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Editorial: O caminho da responsabilidade
Notícia Postada em: 04/06/2017
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Após mais de dois anos mergulhado em grave recessão, o Brasil enxergou na quinta-feira o primeiro sinal realmente sólido de que a atual crise não é um túnel longo, escuro e sem luzes de saída no futuro próximo. A divulgação de que o PIB nacional cresceu 1% de janeiro a março deste ano, a reboque de oito trimestres consecutivos no vermelho, confirmou os prognósticos de relativo otimismo feitos pela equipe econômica do governo Michel Temer. Contudo, o alívio durou pouco.

O que deveria servir para impulsionar o avanço de reformas consideradas urgentes acabou tragado pelo turbilhão político, onde a responsabilidade com os rumos do país parece agora artigo supérfluo entre certos segmentos de Brasília. Às vésperas do julgamento da chapa Dilma-Temer pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o jogo de poder colocou em segundo plano discussões de suma importância para a sobrevivência da nação.

Embora seja necessário punir culpados e esclarecer todas as suspeitas originadas a partir das delações dos irmãos Wesley e Joesley Batista, incluindo aí o modo como se deram as negociações entre os donos da JBS e a cúpula da Procuradoria-Geral da República, há um país à espera de soluções. E o mais rápido possível, sob pena de enterrar mais um ano no buraco da crise econômica. Basta ver o horizonte ao redor.

O desemprego se mantém em níveis históricos, mesmo com perspectiva de recuo a curto e médio prazos. A produção industrial dá indícios de recuperação, mas ainda permanece bem semelhante à da crise de 2008, salvo pelo agronegócio, dínamo para o bom resultado do PIB no primeiro trimestre de 2017. Algo que não ocorria há sete anos, a inflação acumulada ficou abaixo do centro da meta projetada pelo governo, mas o resultado é, sobretudo, fruto da recessão, que pressiona os preços para baixo.

Tirar o país dessa corda bamba depende da capacidade da classe política em deixar de lado a disputa pelo comando da República para abraçar a concertação nacional. Sucessões se discutem no momento apropriado e dentro das regras constitucionais. É esse o comportamento que uma parcela amplamente majoritária da sociedade espera de seus líderes: que troquem as ambições e projetos partidários por planos de recuperação do Brasil.

No delicado momento econômico em que o país vive, responsabilidade e diálogo são estratégias muito mais eficientes do que jogar gasolina na fogueira da crise política, cujo efeito pode consumir o pouco que o Brasil vem reconquistando passo a passo. Afinal, independente da permanência de Temer ou não, é de supor que ninguém planeja governar sobre cinzas.



 
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